terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Barriga grande prejudica a coluna!

CONFIRA A REPORTAGEM DO SITE SAÚDE!
Quanto mais larga a cintura, maior a propensão a danos posturaispor Regina Célia Pereira | design Pilker e Erika OnoderaFonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0359/medicina/barriga-grande-prejudica-coluna-730494.shtml?origem=home

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Bem-estar!




Mudar de vida pode ser mais fácil do que você pensa

Mudar de vida e livrar-se das amarras internas que atravancam a sua vida. Quer melhor projeto para começar o ano novo?

Nossa proposta é que você faça uma auto-análise para identificar (e tentar mudar) comportamentos que resultam em rugas cotidianas. E eles são muitos, admita. É o ciúme que estraga os relacionamentos, um jeito ansioso de ser que faz pequenos problemas ganharem corpo ou ainda a intransigência, às vezes um empecilho para o crescimento profissional. 

"O homem se transforma o tempo todo", garante a psicanalista Rita Charter, professora da Pontifícia Universidade Católica, a PUC de Campinas. Tem até pesquisa - e das sérias - pondo por terra aquela velha tese que pode ser resumida em uma frase:"Eu sou assim e pronto". A Universidade de Berkeley, que fica na Califórnia, nos Estados Unidos, estudou por três anos cerca de 132 mil voluntários, de 21 a 60 anos, e concluiu que a personalidade se altera com a idade e, na maioria dos casos, para melhor. Não que ocorram profundas transformações, mas sim uma espécie de renovação interna. 

Em resumo, os pesquisadores constataram que, entre 20 e 30 anos, pessoas de ambos os sexos tornam-se em geral mais disciplinadas, organizadas, criativas e abertas a novos conhecimentos. Já as mulheres dessa faixa etária monstram-se mais extrovertidas do que os homens - uma diferença de comportamento que não fica tão evidente com o passar do tempo. E as emoções, como se comportam? Bem, no time feminino elas vão ficando mais equilibradas, diferentemente do que ocorre com o masculino. Por volta dos 50 anos, é como se homens e mulheres se avaliassem com outra lente e subissem vários degraus no quesito solidariedade. "Não há dúvidas de que as pessoas continuam a amadurecer durante a fase adulta", diz a psicóloga Suely Sales Guimarães, da Universidade de Brasília, no Distrito Federal. É o aprendizado ao longo da vida e as descobertas sobre nós mesmos que ditam a necessidade de mudar comportamentos que não têm mais a ver com a gente. "Novas atitudes sempre dependem de decisão própria e de ação", faz questão de ressaltar Suely.

O primeiro passo para a reestréia da sua personalidade é encarar aqueles problemas de comportamento que estão empatando a sua vida. E aí a saída é botar a cabeça em ordem, organizar os pensamentos e tentar descobrir os motivos da sua forma de agir. Insegurança? Trauma? Encontrar respostas para questões do gênero desperta a consciência de que atitudes indesejadas podem ter uma origem externa e não necessariamente fazem parte da sua personalidade. "Fica mais fácil quando você cria condições que favorecem as mudanças e abandona aqueles padrões de comportamento que as impedem", ressalta a psicóloga gaúcha Ana Maria Rossi, especialista em estresse. Alguém já disse que a melhor maneira de não errar é não fazer nada. Só que esse imobilismo, é claro, não leva a lugar nenhum. Então, tenha paciência com os seus erros e nem pense em desistir da empreitada. Se a tal da reinvenção parecer difícil, procure ajuda de um especialista. Você só precisa se dar a segunda chance a que todos nós temos direito na vida. E, quem sabe, a terceira, a quarta, a quinta... 

MUDANÇA DE ATITUDE
A virada não precisa (nem deve) ser radical. Bastam alguns ajustes no seu jeito de ser
· Aceite que mudar implica assumir certos riscos.
· Use os mesmos parâmetros para avaliar-se a si e aos outros.
· Não exija soluções mágicas para os problemas.
· Seja paciente, pois mudanças vêm com o tempo.
· Estabeleça metas razoáveis para os seus projetos de mudança.
· Entenda que adquirirm novas condutas requer esforço e prática.


MUDAR É PRECISO
Dois exemplos do que a ciência já sabe sobre a nossa capacidade de transformação 
1. Pesquisadores da Universidade da Pennsylvania, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas extrovertidas e abertas a novas situações aprendem mais rápido e são mais inteligentes.
2. Um trabalho da Universidade de Stanford, que também fica nos Estados Unidos, revelou que o cérebro de indivíduos ansiosos, comparado com o de gente que dificilmente se abala em situações adversas, é menos ativado quando vê imagens felizes. Diante de situações tristes ocorre o oposto, ou seja, a massa cinzenta dos agitados fica a mil. Em outras palavras, a ansiedade aumenta o risco de depressão.


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Como escolher o seu protetor solar!


Escolher o protetor solar requer alguns cuidados. Veja o que você precisa levar em conta na hora de decidir o fator de proteção solar para o seu tipo de pele
"Os fotoprotetores devem ser aplicados 30 minutos antes da exposição ao sol e reaplicados a cada uma hora", ensina a dermatologista Shirlei Borelli, de São Paulo. Na meninada a atenção deve ser redobrada e, se o bebê for menor de 6 meses, é melhor nem pôr a carinha para fora nos horários mais quentes. Aliás, muitos especialistas desaconselham a ida à praia no primeiro semestre de vida. "Os efeitos do sol são cumulativos", alerta o dermatologista Victor Reis, do Hospital das Clínicas da capital paulista. Estragos invisíveis — no núcleo das células — ocorridos na mais tenra idade podem virar o câncer da maturidade.

A radiação solar se divide em quatro tipos:
1. Ultravioleta A (UVA) 
Vai até a segunda camada da pele, a derme, e estimula o bronzeado. 

2. Ultravioleta B (UVB) 
Pára na superfície da pele e a deixa ressecada. 

3. Ultravioleta C (UVC) 
É o mais nocivo e causa tumor porque vai fundo. Mas costuma ser barrado pela camada de ozônio. 

4. Infravermelhos 
Aquecem o corpo e dilatam os vasos. 

A proteção contra os raios solares é essencial 
Infelizmente o sol envelhece e, o que é pior, leva ao câncer. Mas não é por isso que todo mundo vai ficar trancado em casa. Para desfrutar da estação ensolarada, fique de olho no relógio. Fuja dos raios de sol entre 10 e 15 horas (acrescente 60 minutos se estiver no horário de verão). E não deixe de se lambuzar de filtro. Nada de economia. "A camada deve ser espessa", diz o dermatologista Sérgio Yamada, da Universidade Federal de São Paulo. Os fotoprotetores estão cada vez mais modernos e existem até fórmulas sem perfume para quem tem alergia. Se você dormir na cadeira de praia, os raios ultravioleta podem maltratá-lo. "São eles que danificam o DNA das células, fazendo com que elas se multipliquem de forma desordenada", explica o cirurgião plástico Rogério Izar, do Hospital do Câncer, em São Paulo. É assim que surge o tumor de pele.

Existem duas formas de filtrar a radiação
1. Barreira física
Esse tipo de filtro forma uma película que reflete o raio solar. Ele bate nela e se dissipa.

2. Barreira química
As moléculas desse filtro absorvem os raios, transformando-os em outro tipo de energia, inócua para a pele.



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Conheça Collacel - Suplemento alimentar composto de colágeno!


Colágeno para as articulações



As funções dessa proteína vão bem além de manter a pele firme. Ela atua na prevenção de doenças como osteoartrite, que incapacita muita gente de levar o dia a dia

por Adriana Toledo | fotos Alex Silva

Estampado nos rótulos de xampus, hidratantes e produtos alimentícios, ele figura no imaginário popular como sinônimo de uma pele firme e de cabelos resistentes, devido às suas propriedades de sustentação e elasticidade. Menos popular e mais vital, porém, é a sua capacidade de fortalecer as cartilagens. "Essas estruturas é que atenuam o atrito entre os ossos, evitando a osteoartrite, ou seja, a inflamação das articulações, que ficam desgastadas especialmente nos quadris, nas mãos, nos ombros e nos joelhos", esclarece a nutricionista Nadia Brito, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. "O quadro se acentua com o o envelhecimento e com o sobrepeso", alerta. 

A comida, diga-se, não entrega o colágeno de mão beijada. Mas as refeições abrigam a matéria-prima para sua fabricação dentro das células cartilaginosas. "Batizadas de condroblastos, essas unidades se valem dos aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina, partículas proteicas provenientes dos alimentos de origem animal - como carnes vermelhas e ovos -, prontas para formar moléculas maiores, os peptídeos", descreve, em detalhes, a nutricionista Andrea Frias, coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita, em São Paulo. "São esses peptídeos que dão origem às fibras colágenas, capazes de amortecer o impacto articular com força comparável à de um fio de aço." 

Acontece que, a partir dos 30 anos de idade, essa fábrica celular de colágeno "desacelera cerca de 1% ao ano", como avisa Nadia. E a situação se agrava para o time feminino após a menopausa. "Os ovários deixam de liberar o hormônio estrogênio, que estimulava a síntese de colágeno a pleno vapor", justifica Andrea. "Por isso, sua produção despenca, em média, 30% nos primeiros cinco anos dessa fase e, depois dela, uns 2% anualmente." A boa notícia é que é possível evitar esse prejuízo com um cardápio que compensa a lentidão do organismo para gerar quantidades adequadas de colágeno. 

Embora seja difícil mensurar em cada proteína a quantidade exata da tríade de aminoácidos formadores de colágeno, os especialistas garantem que incluir os alimentos certos nas refeições garante o aporte dos 10 gramas diários de que o organismo necessita. O pré-requisito inegociável você já conhece: a fonte proteica precisa ser de origem animal. "Carnes vermelhas, frango, peito de peru, peixes, ovos, queijo, leite e iogurte desnatado são as melhores apostas", lista a nutricionista Alexandra Savino, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Pelo menos um desses itens deve constar nas principais refeições do dia. "Um copo de leite e dois bifes grandes já são capazes de contemplar a cota diária", garante Nadia. 

Para assegurar que os aminoácidos ingeridos serão, de fato, convertidos em reforço para a cartilagem, você pode dar uma ajuda extra ao corpo, consumindo fontes de nutrientes que colaboram com sua absorção ou participam das reações químicas que os transformam em peptídeos e, finalmente, em colágeno. "É o caso das vitaminas A, C e E, presentes na cenoura, no pepino, na laranja, no limão e na goiaba; do zinco, encontrado nos frutos do mar e na castanha-do-pará; do selênio das nozes e do arroz preto; do silício da aveia, da cevada e da alcachofra; e do cobre ofertado pelo fígado de boi e pelos cogumelos", ensina Alexandra. As possibilidades são inúmeras e não custa nada investir em um copo de limonada no almoço ou acrescentar um punhado de castanhas no lanche da tarde. 

Os supermercados ainda exibem produtos que prometem o chamado colágeno hidrolisado em sua formulação. "Eles contêm os aminoácidos submetidos a um processo enzimático químico que facilita sua incorporação pelo organismo", explica Nadia. Vale dar crédito a eles, desde que com o cuidado de escolher uma marca idônea e devidamente certificada. 

O destino do nutriente O colágeno também constitui o tendão de aquiles, a ponta do nariz, os ossos e a conexão entre as costelas torácicas anteriores. "Os discos intervertebrais e uma das camadas das artérias são, ainda, formados por um tipo especial dessa proteína, chamado elastina", explica o cientista de alimentos Jaime Farfan, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Por fim, o humor vítreo - substância ocular que preenche a área entre o cristalino e a retina - e músculos que revestem órgãos como o intestino também contam com o colágeno em sua composição. 

Casais perfeitos (ver slideshow)
Combinações à mesa que ajudam na produção proteica 

1. Peixe e rúcula O ferro dos vegetais verde-escuros contribui com o processo de formação de colágeno. Aposte em pescados com rúcula e agrião. 

2. Bife e suco A bebida feita com laranja e acerola fornece vitamina C, que também dá uma força nesse processo. Ele pode acompanhar o bife do almoço. 

3. Frango e tomate Para que o consumo do frango resulte em uma fabricação de colágeno eficiente, consuma-o com tomate-cereja, que provê o auxílio das vitaminas A e C. 

4. Gelatina e companhia Contrariando a crença popular, a sobremesa está longe de ser a melhor coadjuvante na fabricação de colágeno. "A maioria das gelatinas contém uma quantidade insignificante de proteína", desmitifica Andrea Frias. "A exceção são os produtos com colágeno hidrolisado", ressalta Jaime Farfan. O mesmo vale para geleias de mocotó e balas de colágeno. 

Design Vanessa Kinoshita e Laura Salaberry | produção Andrea Silva | produção culinária Silvia Marques | objetos M. Dragoneti.

FONTE :
 TRECHO RETIRADO DA REPORTAGEM

SITE  - saude.abril.com.br - por Adriana Toledo | fotos Alex Silva

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Articulações a salvo





Ninguém quer viver com dor, rigidez e dificuldade para se movimentar, as consequências desagradáveis dos problemas nas juntas. Eles continuam em ascensão e até se manifestam mais cedo. Está nas suas mãos — nos seus braços e nas suas pernas — a fórmula para driblá-los hoje e no futuro
por Diogo Sponchiato

Antes de bater os olhos neste texto, presumo que você tenha usado pelo menos três grupos articulares. Primeiro, dobrou os joelhos para se sentar. Daí, com a ajuda do cotovelo, colocou a revista em uma posição confortável à leitura. Por fim, seus dedos folhearam as páginas até chegar aqui. Atitudes simples como essas dependem de uma seleção de estruturas dobradiças que garantem movimento ao esqueleto. Como elas não são de aço, carecem de cuidado, ainda mais no ano que encerra a década do osso e da articulação, instituída pela Organização Mundial da Saúde. 

Infelizmente, as desordens nas juntas não são assunto do passado. Estima-se que até um terço da humanidade conviva com elas. Com o aumento da expectativa de vida e a pandemia de obesidade, a artrose, a versão mais comum do martírio, amplia suas vítimas. "Depois dos 50 anos ninguém escapa desse problema marcado pelo desgaste da articulação", constata o reumatologista Cristiano Zerbini, coordenador do Núcleo Avançado de Reumatologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. "Mas nem todo mundo apresenta sintomas", ressalva. "Por suportar o peso do corpo, o joelho, o quadril e a coluna são os mais afetados", nota o ortopedista Ricardo Cury, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. 

A questão é que, uma hora ou outra, a artrose costuma chiar. "Ela provoca dores que surgem ou pioram com o esforço e a rigidez pela manhã e após horas de imobilidade", diz a reumatologista Eleonora Estrela da Silva, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. "O desgaste da cartilagem gera instabilidade na articulação e, assim, os movimentos podem levar ao trauma, à inflamação e à dor", explica o reumatologista José Maria Santarém, diretor do Instituto Biodelta, em São Paulo. O efeito bola de neve culmina em uma junta dotada de um amortecedor insuficiente para evitar os choques entre os ossos. Aí, uma caminhada se transforma em um trabalho hercúleo. 

Apesar do empurrão da idade e do código genético, há indícios de que a artrose comece a atacar precocemente, enferrujando gente na casa dos 40 anos. O excesso de peso e o sedentarismo carregam a culpa. Mas há o outro lado da moeda: quem abusa das práticas esportivas, sugere um novo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, tende a sofrer ainda mais cedo com uma junta em frangalhos. "A artrose é uma resposta da articulação ao excesso de uso ou ao uso incorreto", justifica a reumatologista Ieda Laurindo, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
É possível se esquivar de uma artrose ou retardar seu aparecimento. Basta que você evite se tornar um refém do sedentarismo. Não se trata de uma convocação para formar novos atletas, condição que até pode piorar as coisas. A meta é chutar o pecado capital da preguiça. Se os membros inferiores penam com um corpo em forma, que dirá com 10, 20, 30 quilos a mais! "A articulação se mantém lubrificada quando nos mexemos, já que é no movimento que a cartilagem se nutre do líquido sinovial", explica a reumatologista Patrícia Barinotti, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista (veja o infográfico). Ora, esse raciocínio permite inferir que juntas inertes criam ferrugem e se fragilizam. 

O exercício físico, sobretudo a musculação, se destaca na campanha antiartrose. "Músculos fortes protegem as articulações", sentencia Zerbini. Como guarda-costas, eles se encarregam de puxar o peso para si, livrando a cartilagem do impacto excessivo. Os donos de cabeleiras grisalhas também tiram proveito da malhação, que sempre deve ser orientada por um educador físico. "Com o envelhecimento, há uma perda da massa muscular", lembra Ieda. A atividade aeróbica, como a caminhada e a corrida, não só botam óleo nas juntas como contribuem para frear a disparada do ponteiro da balança ou, se for preciso, liquidar os quilos extras. 

Puxar ferro e suar a camisa também são aconselháveis para quem tem artrose. É que a musculação, com cargas e movimentos ajustados ao praticante, ajuda a resguardar as articulações e afastar a dor. "Mesmo quando há desgaste, a força muscular em grau adequado é capaz de estabilizar as juntas, melhorando o convívio com o problema", diz Santarém. Mas ninguém recomenda ir à academia para se exercitar em meio a uma crise. 

"A artrose é um processo irreversível. Uma vez estabelecido o estrago, não há como recuperar a área lesada", afirma Eleonora Estrela da Silva. Essa constatação não deve ser interpretada como um sinal apocalíptico, mas como um alerta de que, principalmente após os 40 anos, é necessário zelar pelas articulações. "O problema costuma demorar a apresentar sintomas e os pacientes nos procuram só quando já têm dor", observa Patrícia Barinotti. Essa falta de provas precoces estorva o diagnóstico do desgaste em estágio inicial. Isso não significa, porém, que será tarde para adotar um esquema tático capaz de estacionar o adversário. 

Da seleção terapêutica fazem parte as técnicas de alongamento e a hidroginástica — que, em caso de pessoas com sintomas, tem uma variante, a hidroterapia. "Dentro da água se retira a carga do corpo, além de fortalecer a musculatura", explica a fisioterapeuta Anamaria Jones, do Lar Escola São Francisco, vinculado à Universidade Federal de São Paulo. Quando a rigidez e a dor aparecem, a reabilitação é a primeira a ser escalada. "Por meio de exercícios, trabalhamos os músculos e ensinamos o indivíduo a usar a perna ou o braço sem machucar ainda mais a articulação", resume Anamaria. No campo do tratamento, figuram também elementos de apoio, como comprimidos e injeções aplicadas direto na junta doente. Quando o desgaste é incontornável, a solução está em uma mesa de cirurgia. "Podemos implantar uma prótese da articulação ou realizar operações para realinhar a estrutura danificada", diz Ricardo Cury. O ideal, contudo, é fazer o que está ao seu alcance para evitar que a situação chegue a esse ponto, só remediável via bisturi. Não adianta apenas torcer pelo destino das suas juntas. O futuro delas depende de você. Mexa-se.
Um Glossário Problemático 

São tantos nomes para os males que afetam as juntas que a gente até se confunde. Saiba o que cada um deles significa de fato 

Artrose
Esse processo degenerativo atinge a articulação e se caracteriza pelo desgaste progressivo da cartilagem. Também é chamado de osteoartrose. 

Artrite 
O termo designa uma inflamação na região articular. Ela pode ser provocada por uma doença autoimune, uma infecção ou um trauma. 

Osteoartrite 
Trata-se da denominação usada pelos americanos para a artrose. Como sugere o sufixo "ite", o problema pode ser acompanhado esporadicamente por uma inflamação. 

Reumatismo 
É um nome genérico que faz referência a centenas de doenças da articulação que, em comum, ocasionam dor nas juntas.
A artrite reumatoide 

Ela é uma das principais e mais temidas doenças responsáveis pela inflamação constante das juntas. É um distúrbio autoimune capaz de instalar uma agressão frequente ao joelho, aos dedos, ao tornozelo... "Sua origem, no entanto, ainda é desconhecida", diz a reumatologista Ieda Laurindo, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Embora seja influenciada pelos genes, há evidências de que alguns hábitos conspirem a seu favor, como o tabagismo. "Ela também é três vezes mais comum entre as mulheres", diz o reumatologista Cristiano Zerbini. 

"Diferentemente da artrose, as dores aparecem em repouso", completa sua colega Eleonora da Silva. Ao lado do exame clínico, há testes que apuram no sangue a existência da artrite reumatoide, que não tem cura mas pode ser controlada. "Há anti-inflamatórios que aliviam os sintomas e medicamentos que interferem diretamente na doença", conta Ieda. "Fora da crise, o exercício físico também é de grande ajuda." 

FONTE -TRECHO RETIRADO DA REPORTAGEM DO SITE  - saude.abril.com.br - por Diogo Sponchiato

http://saude.abril.com.br/edicoes/0326/medicina/articulacoes-583931.shtml?pag=1

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Todo poderoso Zinco!



Mineral importante, o zinco está presente em mais de 300 enzimas, intervém no funcionamento de certos hormônios, é indispensável à síntese de proteínas, à reprodução e ao funcionamento normal do sistema imune. 

Conheça alguns desses poderes, segundo a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde: Zinco e osteoporose - promove aumento da atividade da vitamina D e é essencial para a formação óssea.
 

A deficiência de zinco durante o crescimento pode prejudicar o acúmulo de massa óssea e aumentar o risco de desenvolvimento de osteoporose, pois pode levar à queda significativa da
 
massa óssea; Zinco e diabetes - componente da insulina, atua como regulador da atividade da mesma, além de estimular a insulina a se ligar em receptores das membranas celulares, o que promove a entrada da glicose na célula;
 

Zinco, pele e unhas - nutriente necessário para a cicatrização e produção de colágeno, proteína que dá sustentação à pele.
 

Sua deficiência pode ocasionar lesões na pele, má cicatrização, acne, manchas brancas nas unhas, entre outros problemas.
 

Curiosidade: a deficiência de zinco pode levar a diminuição do desejo sexual em mulheres e impotência nos homens, pois ele desempenha importante papel na reprodução, necessário para ovulação, produção e maturação do esperma e fertilização.