quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Por que amamos tanto gordura!


por Theo Ruprecht 


Sejam doces ou salgados, alimentos engordurados nos atraem de forma quase incontrolável. Agora, esse desejo ganha atenção especial da ciência, que desvenda: ele não depende, nem de perto, só do paladar



Do ponto de vista evolutivo, o ser humano, assim como qualquer outro animal, tem duas missões primárias: sobreviver e preservar a própria espécie. Ambos os objetivos definem a maioria das ações que cada um toma, mas, curiosamente, quase não são lembrados no dia a dia. Então, o que motiva as pessoas a se relacionarem, fazerem sexo, comerem e realizarem qualquer outra atividade que, no fim das contas, ajuda a manter os homens na Terra? Para encurtar e simplificar a história, dá para dizer que a resposta é o prazer. O organismo reforça comportamentos considerados positivos transmitindo uma sensação de deleite.

Segundo descobertas recentes, uma das práticas que mais estimulam esse mecanismo de recompensa é a ingestão de lipídios. Um estudo inusitado da Universidade da Califórnia em Irvine, nos Estados Unidos, em conjunto com o Instituto Italiano de Tecnologia, aponta que, ao saborearmos um prato gorduroso, o próprio intestino produz endocanabinoides, substâncias primas do princípio ativo da maconha e que provocam bem-estar. "E isso não ocorreu quando as refeições eram à base de carboidrato ou de proteína", completa Daniele Piomelli, coordenador do trabalho.

Cardápios bem gordos, portanto, trariam um sentimento de satisfação único. "Isso justificaria a dificuldade em controlar o anseio por esses alimentos. O indivíduo buscaria sempre mais para se sentir bem", sugere Piomelli. Como se isso fosse pouco, os endocanabinoides ajudam a regular, no trato digestivo, o sistema de saciedade. Em altas quantidades, eles mantêm a fome por um tempo prolongado, o que culmina em excessos à mesa.

Ela sempre agradou, mas hoje está virando um vício

Outra substância que acarreta estímulos agradáveis é a dopamina. E — adivinhe! — esse neurotransmissor é fabricado pelos neurônios quando colocamos batatas fritas, pastéis e afins na boca. A dúvida que pairava no ar até pouco tempo atrás, no entanto, é se esse processo seria deflagrado apenas pelo sabor do banquete calórico.

Para esclarecer esse ponto, a biomédica Jozélia Ferreira e o neurocientista Ivan de Araújo, dois brasileiros da Universidade Yale, nos Estados Unidos, resolveram montar um experimento que tirasse o paladar de cena. Em outras palavras, eles administraram alimentos gordurosos diretamente no estômago de ratos. E, após o término da avaliação, observaram que as taxas de dopamina continuavam elevadas. "Mais do que isso, os animais passaram a apresentar um forte desejo por essas refeições", reforça Araújo. Logo, por mais que o sabor reforce essa atração, ela parece estar intimamente ligada à fisiologia do corpo inteiro.

Porém, você há de convir que um anseio exacerbado por menus tão engordativos é perigoso nos dias de hoje, em que os índices de obesidade crescem vertiginosamente. Assim, por qual razão o organismo acha a gordura um nutriente tão benéfico a ponto de desencadear reações agradáveis assim que ela é consumida?

"Há muitos anos, os homens passavam dias até encontrar a caça", lembra Paulo Jannuzzi Cunha, neuropsicólogo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Como obviamente não tinham geladeira, eles ingeriam a maior quantidade possível de comidas altamente calóricas, de modo a ter uma reserva para tempos difíceis", arremata.

Acontece que o ambiente em que vivemos mudou drasticamente. "Só para mencionar um exemplo, há aproximadamente 200 anos houve uma industrialização importante. A população começou a ter acesso mais fácil a produtos alimentícios e ainda deixou de se movimentar tanto como antes", relata o nutrólogo Celso Cukier, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Clínica. Até pela velocidade em que ocorreram, tais alterações na sociedade não foram acompanhadas por mutações biológicas. E, por ter se transformado em uma fonte de prazer fácil, a gordura infelizmente virou um vício para muitos.

"O indivíduo, como com qualquer droga, sabe que está causando prejuízos a si, mas continua com o hábito mesmo assim", compara Walmir Coutinho, endocrinologista da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). "Quando perguntadas sobre o que comem, as pessoas em geral tendem a mentir sobre a quantidade de porções gordurosas ingeridas. É como se elas se sentissem culpadas com a própria atitude", exemplifica Coutinho.

Nem a mais, nem a menos. O caminho é a moderação

Essa verdadeira dependência, quando não controlada, cai em um círculo vicioso extremamente prejudicial — e, aliás, que se parece muito com o das drogas. "Sabe-se que, quando exposto a doses elevadas de dopamina, o organismo passa a ficar menos sensível a ela", ensina Adriano Segal, psiquiatra da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), em São Paulo. "Então, a exemplo de um viciado que busca cada vez maiores quantidades de cocaína para se sentir bem, será necessário ao longo do tempo mais e mais gordura para ativar o sistema de recompensa", conclui.

Isso, por sua vez, culminará em uma dieta repleta de petiscos e guloseimas altamente calóricos, o que provavelmente terminará em quilos de sobra e uma senhora barriga. E sempre vale reforçar: a obesidade é um importante fator de risco para inúmeras complicações, que vão desde doenças cardiovasculares até o temido câncer.

Contudo, há duas grandes diferenças entre o desejo irrefreável por um psicotrópico e o que está por trás do consumo exagerado de manteiga e torresmo. "As gorduras até causam excitação, mas não alucinações. E, diferentemente das drogas, é impossível cortá-las do cotidiano, porque todos precisam desse nutriente para viver", enumera Paulo Jannuzzi Cunha.

Por mais que o exagero seja danoso, os ácidos graxos, além de ótimas fontes de energia, constituem as membranas celulares e ajudam na produção de hormônios, só para citar duas funções. O jeito é consumi-los com moderação e por meio de fontes diversas. Isso porque existe mais de um tipo de gordura — e, com exceção da trans, os outros trazem benefícios ao corpo. "De 25% a 30% do total de calorias diárias deve vir dessas substâncias", estima a nutricionista Maria Gandini, da RG Nutri, na capital paulista. A princípio, esses números dão a impressão de que é possível almoçar só linguiça com maionese. "Mas, na realidade, uma colher de sopa de azeite, sozinha, fornece 100 calorias, o que representa um quarto do total a ser ingerido", calcula a nutricionista Maria.

Em suma, as escolhas no cardápio devem ser feitas de forma racional, especialmente quando o assunto é a gordura saturada (saiba quais as doses ideais de cada modalidade nos quadros acima). Se ela é engolida aos montes, a vontade por pratos que alavancam o sobrepeso aumenta. "A versão saturada, em excesso, causa uma inflamação no hipotálamo, região do cérebro responsável pela saciedade", alerta Marciane Milanski, nutricionista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. A reação dificulta o trabalho da leptina, substância liberada com o intuito de passar a mensagem de que é hora de parar com as garfadas. Essa resistência faz a gula dar as caras. E, cá entre nós, dificilmente alguém aplaca um apetite digno de jiboia com alface e tomate. Uma baita fome dessas só é aquietada com uma avalanche de comida.

Atenuar a fissura por gordura não é tarefa simples. "Quando deixa de ingeri-la em grandes quantidades, o obeso tende a ficar irritado e depressivo. Estamos falando de uma espécie de crise de abstinência", enfatiza Jannuzzi Cunha. Por isso, muita gente com essa dependência não gosta de ouvir que, para montar refeições saudáveis, basta ter força de vontade. Ela faz a diferença, mas o essencial é planejamento.

Quando for ao supermercado, leve sempre uma lista de compras junto — e se esforce ao máximo para segui-la. De preferência, elabore a relação de produtos a serem escolhidos na gôndola quando estiver sem fome. "Isso faz com que as decisões sejam racionais e sempre voltadas para o objetivo de comer corretamente", justifica o endocrinologista Walmir Coutinho.

Ao bolar esse inventário dos alimentos a serem adquiridos, não se esqueça das fibras, encontradas em frutas, leguminosas e na aveia. Primeiro porque promovem a sensação de saciedade. "Segundo porque diminuem a absorção do excesso de gorduras", complementa a nutricionista Marciane Milanski, da Unicamp.

Atualmente, os especialistas observam que estratégias para assegurar níveis ideais de dopamina e de outros neurotransmissores que trazem bem-estar também auxiliam a reconquistar o controle sobre o que entra no cardápio. É que elas funcionariam como substitutos de salames e companhia na busca por satisfação.

Uma das que comprovadamente desencadeiam esse efeito é a atividade física. "Ela mexe com o sistema de recompensa. O problema é que muitos pacientes não gostam de se exercitar e, quando forçados, ficam ainda mais nervosos", lamenta Adriano Segal. Aí, o tiro sai pela culatra — com a cabeça quente por causa da malhação, o indivíduo buscará conforto em uma porção de coxinhas, por exemplo.

A regra é investir em práticas que o agradem. Pode ser ouvir música e até ir ao cinema — sem o saco de pipoca, claro. No fim, todos os hobbies vão reabastecer o estoque de substâncias prazerosas, regulando a ânsia por gordura. Quem disse que, para se alimentar direito, é preciso sofrer?! Muito pelo contrário.

Um novo caminho contra a obesidade 

"A maioria dos medicamentos para controlar o excesso de peso age no sistema nervoso central, promovendo saciedade", explica o endocrinologista Walmir Coutinho, da PUC do Rio de Janeiro. Todavia, essas pílulas são alvo de críticas pelos possíveis efeitos colaterais que trazem — algumas, como as anfetaminas, podem gerar dependência e desencadear transtornos psiquiátricos. É até por isso que, na atual conjuntura, a descoberta de Daniele Piomelli sobre a ação de endocanabinoides no intestino se torna ainda mais essencial. "Nossos achados podem ser um passo importante para o desenvolvimento de remédios que não atuem diretamente no cérebro", acredita Piomelli.

Dependência gordurosa
Entenda como os ácidos graxos causam a maior fissura

1) Da cabeça para o corpo
Sensores específicos da língua, assim que a gordura entra na boca, mandam um sinal ao cérebro, que processa a informação. Em seguida, ele envia através do nervo vago a ordem para que o jejuno, parte do intestino delgado, produza endocanabinoides.

2) A viagem de volta
Essas substâncias se ligam, no próprio trato digestivo, a receptores especiais, chamados de CB1. Quando isso ocorre, um sinal — que os cientistas ainda não identificaram exatamente — chega à massa cinzenta. Resultado: bem-estar e mais apetite por alimentos gordurosos.

3) Altos e baixos
Certos neurônios fabricam dopamina no momento em que se consomem lipídios, promovendo um barato natural. Quando os índices da substância caem, essa sensação é dissipada. Aí, para se sentir como antes, a pessoa exagera no bacon, no sorvete cremoso, nas frituras...

As poli-insaturadas

Elas auxiliam no combate contra problemas cardíacos e inflamações. Das calorias diárias, 10% precisam vir dessa variedade — 1 filé de salmão, 1 colher de sopa de maionese industrializada e mais 1 de óleos vegetais garantem essa porcentagem. 

As monoinsaturadas
Outros 10% estão reservados para esse tipo, presente no azeite e em boa parcela das oleaginosas, a exemplo do amendoim. Cerca de 7 amêndoas e 4 castanhas de caju dão conta do recado e, segundo pesquisas, reduzem os níveis do LDL, o colesterol ruim.

As saturadas
Elas abastecem as células com energia. Isso, contudo, não justifica uma ingestão maior do que 7% das calorias diárias — se a margem é ultrapassada, o risco de artérias entupirem sobe. Um bife de contrafilé ou 4 pequenas fatias de bacon preenchem o requisito.

As trans
Hoje, estão praticamente banidas por gerarem doenças coronarianas. Mesmo assim, verifique o rótulo de produtos industrializados como os biscoitos. O certo é não colocá-la nas refeições. No máximo, limite-se a 1% das calorias diárias. Ou seja, uma bolinha de sorvete.

O que sabota a alimentação adequada

Todo mundo tem suas manias, como petiscar enquanto assiste a TV. Quem pretende controlar a vontade por devorar guloseimas deve ficar atento a esses hábitos. "No início, evitar se pôr em situações que o façam se lembrar de comidas calóricas é um passo importante", salienta o psiquiatra Adriano Segal. Não é que a pessoa está proibida de ver seu programa favorito — ela só vai ter que analisar cada prática do cotidiano para fazer eventuais ajustes, como tirar o salgadinho da despensa. Agora, em casos mais graves, será realmente necessário cortar determinados costumes. Afinal, almoçar em churrascarias ou lanchonetes dificilmente é sinal de uma refeição equilibrada.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Colágeno!


Colágeno: dose ideal para manter a pele firme só é possível com suplementos

Para obter os níveis com a alimentação, seria preciso comer três bifes por dia, diz nutricionista

O colágeno é uma proteína essencial para manter a saúde e a firmeza da pele, além de conferir forma, organização e propriedade mecânica aos tecidos dos ossos, cartilagens, córnea, ligamentos e tendões. A partir dos 40 anos, especialmente mulheres na fase da menopausa, passam a sofrer uma perda significativa de colágeno, e a reposição só é possível com ajuda de suplementos.

— Através da alimentação, a pessoa precisaria consumir em torno de três bifes por dia para obter cerca de 2g de colágeno, resultando em um consumo significativo de gordura saturada, o que poderia aumentar os níveis de colesterol ruim no organismo e os riscos de problemas cardíacos — explica a nutricionista Tatiana Barão.

Dois gramas por dia é o consumo de colágeno considerado ideal para a preservação da textura da pele. Para agir nas articulações, a dose diária recomendada é de 8 a 10 gramas por dia. Dessa forma, o suplemento puro de colágeno hidrolisado é a opção mais indicada para atingir os benefícios da proteína. A nutricionista reforça que a síntese do colágeno pelo organismo demanda vitaminas C e E, betacaroteno, piridoxina, biotina, ácido pantatênico e minerais como manganês, cobre, zinco, selênio, cromo e silício. Por isso, uma alimentação equilibrada e variada é indispensável.

O suplemento de colágeno hidrolisado é encontrado no mercado nas versões em pó ou em cápsulas. Ele é obtido pela hidrólise de moléculas grandes de colágeno extraídas de tecidos de animais, como boi, frango, peixes e suínos, e é de fácil absorção pelo intestino. A suplementação deve prescrita por um especialista.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

20 MOTIVOS PARA USAR DA LECITINA DE SOJA

1. AGENTE EMULSIONANTE DE GORDURAS
A lecitina é eficaz para diminuir a tensão superficial das soluções aquosas.
Isto significa que a lecitina é um eficaz agente emulsionante, capaz de dissolver os depósitos de colesterol em substâncias tais como o sangue. Isto deve-se a que uma parte da molécula é atraída por tais gorduras enquanto que a outra é pela água.
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2. MELHORA A ABSORÇÃO DE GORDURAS
A lecitina aumenta a digestabilidade e a absorção das gorduras devido a suas propriedades emulsionantes. Também favorece a absorção e utilização da vitamina A e do caroteno (o precursor da vitamina A obtido de um alimento sem carne). Incrementa o nível e o armazenamento da vitamina A no sangue.
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3. O METABOLISMO DAS GORDURAS
A lecitina favorece o metabolismo das gorduras. A enzima lecitina que se produz no corpo libera a colina, para exercer sua propriedade de evitar a acumulação de gordura no fígado. A colina pode transformar as gorduras ou evitar por algum outro mecanismo sua acumulação num órgão. A lecitina tem a propriedade de reforçar a ação da colina.
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4. CONTÉM AGENTES LIPOTRÓPICOS
A lecitina contém os agentes lipotrópicos necessários para metabolizar as gorduras. Contém colina e inositol (membros da família do complexo B), os quais atuam nos processos de metabolismo das gorduras.
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5. SAÚDE DA PELE
A lecitina de soja é útil para o tratamento dos problema da pele como psoríase, pele seca, eczema, esclerodermia, atrofia senil da pele, seborréia, acne e a formação de quelóides causada pela absorção de gorduras.
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6. AÇÃO FAVORÁVEL NOS CASOS DE DIABETES
A lecitina pode diminuir os requerimentos de insulina ao favorecer a absorção e o metabolismo dos açúcares e dos amidos no pâncreas.
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7. MELHOR DIGESTÃO
A lecitina favorece a absorção das gordutas e diminui a suscetibilidade em caso de esprue (absorção digestiva adequada de gorduras e hidratos de carbono) e diarréia.
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8. MELHOR FUNCIONAMENTO DO FÍGADO
A lecitina de soja ajuda a melhorar o metabolismo perturbado das gorduras, o que contribui por seu turno para resolver os problemas de mau funcionamento do fígado. O Dr. Chen diz: “a lecitina evita a acumulação das gorduras no fígado, favorece a absorção e a utilização da vitamina A e do caroteno e aumenta o nível no sangue de tal vitamina”.
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9. SAÚDE DOS RINS
A lecitina ajuda a corrigir as diferenças de colina e outros agentes lipotrópicos que possam causar a degeneração hemorrágica dos rins.
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10. LIMPEZA INTERNA
As substâncias lipotrópicas da lecitina de soja ajuda a eliminar opacidades (espessamentos incolores precursores dos depósitos de colesterol).
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11. SÍNDROME ANTIFOSFOLÍPIDE
A ação dos Fosfolipídeos atua sobre a prevenção da formação de obstruções trombóticas, de infartos do miocárdio e outras patologias.
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12. REDUÇÃO DO COLESTEROL
A lecitina pode reduzir o nível de colesterol no sangue. Também pode destruir as placas duras já acumuladas nas artérias (Geriatrics, janeiro 1958). Esta é a obra do ingrediente da lecitina chamado sitosterol ou esterol de soja.
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13. FACILITA A DESCOLORAÇÃO DA PELE
Em doses terapêuticas a lecitina contribuiu para aclarar e eventualmente apagar certas manchas marrons amareladas da pele assim como ao redor dos olhos, estas foram causadas pela acumulação de depósitos de gorduras que a lecitina pôde destruir, dissolver e eliminar do corpo. (The Low-Fat Way To Health an Longer Life). O caminho para a saúde e para uma vida mais longa mediante uma dieta de baixo conteúdo de gorduras, do Dr. Lester M. Morrison.
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14. ESTIMULA A RESISTÊNCIA ÀS INFECÇÕES
A lecitina aumenta o fornecimento de gamaglobulina à corrente sanguínea e isto favorece a imunidade contra as bactérias infecciosas (Dres. Meyer Friedman, Sanford Byers, Ray Rosenman e investigadores associados de San Francisco, segundo cita o Dr. Morrison no seu livro).
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15. REJUVENESCE A PELE
O envelhecimento da pele pode ser corrigido com quantidades controladas de lecitina. A lecitina também ajuda a corrigir vários tipos de manchas da pele, (Francis M. Pottenger, Transactions of the American Therapeutic Society, Vol. 43).
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16. CURA DE AFECÇÕES DA PELE
Com o uso da lecitina de soja, certos problemas da pele tais como o acne, o eczema e ainda a psoríase podem ser eliminados (New York Journal of Medicine, Nov. 15 1950).
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17. IMPORTANTE ESTIMULANTE DO CÉREBRO
O uso da lecitina é importante para ajudar a regenerar e reviver as célular cerebrais preguiçosas. No final de oito semanas pode-se regenerar a saúde do cérebro. Também se comprovou que em pessoas inestáveis, existe uma deficiência do conteúdo de lecitina no cérebro. (Raymond Bernard, The Secret of Rejuvenation).
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18. VIGOR SEXUAL
Segundo alguns relatórios médicos provenientes de países europeus o uso da lecitina corrige a debilidade sexual, o esgotamento glandular e os transtornos nervosos. Notou-se que o fluído masculino de reprodução contém grande quantidade de lecitina. Portanto, afirmam os investigadores, se seu conteúdo é deficiente, a capacidade sexual de virilidade diminuirá simultaneamente (Dr. Bernard, citado acima).

O Dr. Chen diz, em Heart Disease (doenças do coração) que a testosterona, a hormona sexual masculina, prepara-se a partir do sitosterol; “a hormona promove o crescimento e normal funcionamento dos órgãos sexuais masculinos acessórios e o desenvolvimento das características sexuais masculinas secundárias”.
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19. AJUDA ESPECIAL PARA AS MULHERES
De acordo com o Dr. Chen, o sitosterol ou esterol de soja que se encontra na lecitina, previne o aborto espontâneo na mulher grávida e as dores menstruais excessivas na mulher que não está grávida.
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20. USO NA ARTRITE REUMATÓIDE
A cortisona usada com freqüencia para acalmar as dores produzidas pela artrite reumatóide obtém-se a partir dos esteróis dos feijões de soja. Estes são alguns dos inúmeros relatórios que se publicam regularmente sobre as propriedades da lecitina como fonte de juventude.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Lecitina de Soja

As vantagens da lecitina de soja
Foto de lecitina de soja
Você já ouviu falar nos benefícios da soja e como hoje existem diversos produtos à base de soja como leite, carne.

Mas hoje vamos falar  sobre as vantagens da lecitina de soja, que muitos já ouviram falar mas que não têm idéia das maravilhas que pode fazer para combater o colesterol ruim entre outras coisas.


Colina: “A Mais Nova Vitamina”. Embora os cientistas de nutrição conheçam a Colina há anos, somente hoje os pesquisadores estão entendendo o quanto essa vitamina é essencial. A colina tem sido chamada “a mais nova vitamina”. A Academia Nacional de Ciências (NAS), dos EUA, a reconheceu como um nutriente essencial em 1998. É o único componente dietético na categoria de vitamina a ser reconhecido como tal. A NAS recomenda que os homens consumam 550 mg por dia, e as mulheres, 425 mg. A colina pode afetar positivamente o desenvolvimento cerebral – incluindo a memória por toda a vida – saúde cardiovascular, função hepática e desenvolvimento reprodutivo.

Poder Mental.
A lecitina pode ajudar você a parar de perder as chaves do carro? Pesquisas científicas têm demonstrado que a lecitina e colina podem melhorar a memória, especialmente a perda moderada de memória associada com o envelhecimento. A lecitina e outros compostos contendo colina podem incrementar a memória em adultos normais, especialmente os indivíduos com função relativamente fraca de memória. A lecitina pode ajudar a reduzir os “momentos de perda temporária de memória” mediante alimentos fortificados com colina.

Ajuda o Coração. Como a doença cardíaca é a principal causa de mortes de homens e mulheres, a lecitina é outra maneira da natureza nos ajudar a manter nosso coração saudável. A lecitina tem vários papéis na saúde cardíaca, incluindo a redução dos níveis de colesterol total e LDL. A colina fornecida pela lecitina pode ajudar a reduzir altos níveis de homocisteína no sangue – que podem estar associados a danos nas artérias.

Saúde do Fígado. Os cientistas sabem há algum tempo que a lecitina e colina são essenciais para a função e saúde hepática. Até mesmo algumas semanas com uma dieta deficiente em colina resulta em um fígado gordo, que pode levar a cirrose e/ou câncer do fígado. Além de fornecer colina, a lecitina também parece proteger diretamente o fígado contra a cirrose decorrente do consumo excessivo de álcool.

Desenvolvimento fetal e infantil.
A colina é considerada importante no desenvolvimento cerebral e mental do feto e da criança. No desenvolvimento fetal, a colina é transportada favoravelmente através da placenta, da corrente sangüínea da mãe para o feto, em uma proporção de 1:14. Da mesma forma, a concentração de colina no leite materno é 100 vezes maior que o nível na corrente sangüínea da mãe. Por essas razões, é recomendado um nível de ingestão mais alto para mulheres grávidas ou em lactação.

Por
que é importante a fortificação por Colina? A natureza incluiu altos níveis de colina em pouquíssimos alimentos. Muitos desses alimentos também têm alto teor de colesterol e gordura saturada – elementos dietéticos que os especialistas em saúde recomendam evitar. Embora o organismo possa sintetizar alguma colina, as pesquisas mostram que as pessoas não podem produzir toda a colina de que necessitam. Portanto, é essencial que você obtenha colina na sua dieta. Os especialistas em saúde acreditam que as dietas de muitas pessoas atualmente podem não estar fornecendo uma quantidade suficiente de colina. Uma razão para isso pode ser que os indivíduos estejam consumindo menos da maioria dos alimentos naturalmente ricos em colina à medida que reduzem a gordura e colesterol na dieta. Alimentos fortificados, como barras de cereais e bebidas, pães, e iogurtes com lecitinas ricas em colina, ajudarão a aumentar a ingestão total de colina dos indivíduos, ao mesmo tempo em que propiciem aos consumidores os benefícios de uma dieta mais saudável.


Fonte: – solae.com.br/soylecithin
Imagem: www.faep.com.br/boletim/bi969/bi969pag03.htm
ATENÇÃO: A responsabilidade deste artigo é exclusiva de seu respectivo autor (fonte). 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

LUTEÍNA: UM SUPLEMENTO PARA OS OLHOS E A PELE

Os olhos e a pele são os únicos órgãos do corpo diretamente expostos à ação da luz e do ar. Luz e ar são essenciais à vida, mas também são responsáveis pela geração de radicais livres que aceleram o envelhecimento. Está bem consolidado na comunidade científica que o stress oxidativo provocado por esses radicais livres geram doenças, que a médio e longo prazo podem ser bastante graves. Reduzir os radicais livres é uma forma eficaz de prevenir essas doenças, mas como não podemos deixar de respirar nem de se expor à luz, a única alternativa é ajudar os nossos própios mecanismos biológicos de defesa. Nosso corpo possui a capacidade de neutralizar boa parte dos radicais livres que produzimos. Mas essa capacidade está diretamente ligada aos nossos hábitos alimentares e modo de vida. O consumo de alimentos saudáveis, ricos em vitaminas, minerais e compostos fitoquímicos é fundamental para aumentar a resistência orgânica ao ataque dos radicais livres. Entre esses compostos fitoquímicos uma classe se destaca pela elevada atividade antioxidante, são os chamados carotenóides, sendo que a luteína é um deles.

A luteína é um carotenóide especial porque tem elevada afinidade pela região ocular, acumulando-se na retina e exercendo proteção contra a radiação ultravioleta e os radicais livres. Essa proteção é de extrema importância para prevenir uma doença crônica conhecida como degeneração macular, principal causa de deficiência visual na terceira idade. A degeneração macular (ou DMRI, degeneração macular relacionada à idade) é uma doença que afeta a mácula, parte da retina onde a percepção visual é mais nítida e detalhada. Nos seus estágios iniciais os sintomas são reduzidos e não chamam atenção, o sinal mais claro da progressão da doença é a distorção das imagens ou a formação de um ponto negro central. O desenvolvimento da doença está relacionado a ação deletéria dos radicais livres, seu avanço é crônico e geralmente irreversível, sendo a prevenção o único tratamento conhecido.

A luteína é encontrada na gema dos ovos e nas folhas verdes de vegetais, sendo o espinafre uma fonte particularmente rica desse nutriente. Mas não é fácil atingir o consumo recomendado de 5 a 6mg de luteína por dia, mesmo com uma alimentação equilibrada é necessário a ingestão de uma travessa grande de espinafres frescos para alcançar esses valores. É por isso que a suplementação de luteína é altamente recomendada, não apenas na terceira idade, já que os efeitos dos radicais livres são cumulativos.

Mas não são apenas os olhos que se beneficiam de uma suplementação de luteína. Como a luteína ingerida também é armazenada na pele, pesquisas sugerem que esse carotenóide é importante para a manutenção de uma pele saudável. Em um estudo recente, 10mg de luteína por dia aumentaram a hidratação da pele, sua elasticidade e conteúdo de lipídios. Esses são os primeiros resultados que apontam uma relação entre a luteína e a saúde da pele.

Quanto à segurança de uso, estudos indicam que doses de até 2mg/kg de peso não causaram efeitos colaterais detectáveis, o que significa que um adulto de 70kg poderia ingerir até 140mg de luteína por dia, comprovando a inexistência de riscos à saúde nas doses recomendadas.



Referências:

1.       Krinsky, N.I., et al. (2003). “Biologic Mechanisms of the Protective Role vof Lutein and Zeaxanthin in the Eye.” Annu. Rev. Nutr. 23:71-201.
2.       (1992) “Rik factors for neovascular age-related macular degeneration. The eye Disease Case-Control Group”. Arch Ophthalmol 110(12); 1701-8.
3.       (1993) “Antioxidant status and neovascular age-related macular degeneration. Eye Disease Case-Control Group.” Arch Ophthalmol 111 (1): 104-9.
4.       Seddon, J.M. ajani, U.A, et. Al. (1994). “Dietary carotenoids, vitamins A, C and E, and advanced age-related macular degeneration. Eye Disease Case-Control Group.” JAMA 272(18): 1413-20
5.       Richer S. P. W. Stiles, et. Al. (2004). “Double-masked, placebo-controlled, randomized trial of lutein and supplementation in the intervention of atrophic age-related macular degeneration: the Veterans LAST study (Lutein Antioxidant Supplementation Trial)” Optometry 75:216-230.
6.       van de Leun, J.C. (1196). “UV Radiation from Sunlight. >Summary, Conclusions, and Recommendations”. J. Photochern. Photobiol. B: Biol. 35:237-244.
7.       Podda, M., Traber, M.G., et. al. (1998). “UV-Irradiation depletes antioxidants and causes oxidative damage in a model of human skin”. Free Rad. Biol. Med. 24:55-65.
8.       Morganti, P., Bruno, C., et. al. (2002). “Role of tropical and nutritional supplement to modify the oxidative stress.” International J Cosmetic Science 24:331-339.
9.       Morganti, P., Palombo, P., et. al. (2006). “New Evidence for Efficay of Lutein/Zeaxathin in skin Health”Beyond Beauty Paris 2006 Coference Abstract. 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Alguns benefícios da Vitamina D


A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes, atua também, como recentemente descoberto, no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. É uma vitamina lipossolúvel obtida a partir do colesterol como precursor metabólico através da luz do sol, e de fontes dietéticas. Funcionalmente, a vitamina D atua como um hormônio que mantém as concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição da absorção desses minerais no intestino delgado. A vitamina D também regula o metabolismo ósseo e a deposição de cálcio nos ossos.
O nome da vitamina foi criada pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra em latim vita (vida) e no sufixo -amina. Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome manteve-se.
A vitamina D também é muito importante para crianças, gestantes e mães que amamentam, por favorecer o crescimento e permitir a fixação de cálcio nos ossos e dentes.
Além da importância na manutenção dos níveis do cálcio no sangue e na saúde dos ossos, a vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas. A deficiência da vitamina D pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças. (Fonte: Wikipédia)
Fonte: G1 - bem estar


segunda-feira, 28 de março de 2011

O que é Creatina?

Nos últimos anos, a creatina tornou-se no suplemento mais popular entre halterofilistas.
Uma razão para esta popularidade é o número de halterofilistas que defende a eficácia destes suplementos.
Para além disto, alguns estudos mostram que a creatina pode ser bastante eficaz no aumento da massa muscular. Contudo, nem todos apreciam aquilo que este suplemento faz aos corpos.
Como tal, é necessário informar as pessoas acerca do que é a creatina, para que possam estar informadas não só sobre o que a creatina faz ao corpo mas também para as ajudar a gerir o uso de suplementos de creatine no sentido de atingir bons resultados.
Contrariamente ao que algumas pessoas pensam, a creatina é uma substância natural que é produzida pelo nosso corpo. Os órgãos que produzem naturalmente creatina são os rins, o fígado e o pâncreas.
Para além disto, alimentos como o peixe e a carne vermelha também fornecem creatina ao organismo. A creatina é armazenada nos músculos e tem provado ser essencial para exercícios de grande intensidade.
Isto significa que a creatina permite aos nossos músculos executar contracções prolongadas e repetitivas, permitindo uma recuperação rápida e desencorajando a formação de ácidos lácteos causados pela utilização de carbohidratos, o que causa a fadiga muscular e a dor.
Como resultado, os suplementos de creatina são desenvolvidos para permitir ao organismo armazenar maiores quantidades de creatina, o que permite mais exercício com menos fadiga e uma recuperação mais rápida.
Isto é especialmente verdade para os atletas e halterofilistas que pretendem exercitar-se mais para atingir resultados como o aumento da massa muscular e melhor desempenho atlético.
Para os atletas e os halterofilistas, um dos suplementos mais populares é a creatina. Contudo, contrariamente à opinião popular, a creatina já é produzida no nosso corpo, e os suplementos foram desenvolvidos para aumentar a função natural da creatina no nosso corpo.
Como tal, os interessados em utilizar suplementos de creatina devem pesquisar acerca de como esta é utilizada pelo organismo e como os suplementos podem ajudar a desfrutar os benefícios destes.

Fonte: www.comprarcreatina.com.br