Comumente, fazemos o uso de medicamentos por quaisquer motivos, esquecendo que todo e qualquer medicamento por mais simples que seja possui algum efeito colateral, sendo que os riscos da auto medicação são muitas vezes graves. Além disso, através de nossa alimentação que é pobre do ponto de vista nutricional, acabamos assumindo toda irresponsabilidade com o nosso corpo e saúde, contribuindo para o desenvolvimento de doenças.
Devemos sempre ter em mente os benefícios que a natureza pode nos proporcionar através da enorme gama de produtos naturais que substituem com muita eficácia e de forma mais saudável uma grande parte dos medicamentos utilizados atualmente. Além da substituição, podemos buscar em suplementos alimentares uma complementação dos nutrientes difíceis de serem incluídos em nossa dieta diária.
Entre os exemplos de alimentos presentes em nossas casas que, muitas vezes é deixado de lado por diferentes fatores, cita-se o alho, o qual não serve apenas para dar sabor na culinária, mas sim deve ser usado por tratar-se de uma substância com propriedades nutricionais no mínimo tidas como extraordinárias.
Como já comprovado em diversos estudos, são inúmeros os benefícios ligados à nossa saúde, resultantes do consumo regular deste alimento milenar de origem asiática. Isso torna o alho, uma especiaria extremamente atrativa e que deve ser incluída no cardápio diário pela riqueza de seus nutrientes, como as vitaminas A, B1, B2, B6, minerais (ferro, silício, iodo, zinco e selênio), alguns aminoácidos e enzimas, além dos compostos biologicamente ativos, como a alicina.
Este bulbilho, como é caracterizado o vegetal, por possuir um bulbo composto por “dentes”, é muito utilizado com grande eficácia na prevenção e combate de gripes e resfriados e, desta maneira, em problemas como asma, bronquite e pneumonia. Possuindo também uma excelente ação antiinflamatória, auxilia ainda no controle dos níveis de triglicerídeos e colesterol, no equilíbrio do funcionamento intestinal, na desintoxicação do organismo, na melhora do controle da pressão arterial e glicemia. Tem sido altamente valorizado nas terapias como agente rejuvenescedor, anticancerígeno e estimulante da imunidade e, através de pesquisas sabe-se que 72 diferentes tipos de infecções podem ser evitados ao incluir o alho na dieta.
No Brasil, apesar de ser largamente utilizado como tempero, poucas são as pessoas que se arriscam em consumir o alho “in natura”. Com isso, vale ressaltar que quando cozido ou frito, grande parte de sua eficácia contra vírus, bactérias e fungos é perdida. Assim, o óleo de alho em cápsulas, prensado à frio, torna-se uma boa alternativa, já que além de facilitar o consumo para quem possui alguma aversão ao sabor e/ou odor do alho, garante ainda um aumento na quantidade de óleo consumido, responsável pelos efeitos benéficos. Podemos desfrutar de todas as melhorias, consumindo diariamente de 500 a 1000mg do óleo, o que equivale ao efeito protetor de 1 a 2 dentes crus e frescos.
Portanto, não faltam evidências científicas que identificam os efeitos benéficos do uso do alho no tratamento e prevenção de diferentes doenças. No entanto, novos estudos sempre serão bem vindos e devem ser conduzidos a fim tanto de avaliar os efeitos terapêuticos do consumo prolongado do vegetal, como novas atribuições que possam lhes ser atribuídas. Enfim, todos estes fatores fazem com que seja mais relevante e verdadeiro o que já diziam os sábios gregos há cerca de 2500 anos atrás: “que o alimento seja nosso remédio de cada dia”, e assim, que saibamos combinar uma alimentação adequada e hábitos de vida saudáveis a uma suplementação alimentar, aumentando a qualidade de nossa saúde.
Benoni Luis Squizani
Farmacêutico Industrial
Mestre em Tecnologia Farmacêutica – USP
Mestrando em Nutrição Dietética – FUNIBER
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Tudo sobre a CHLORELLA
O que é?
A chlorella é uma alga unicelular de água doce existente na Terra há milhões de anos. Sua estrutura genética se manteve intacta ao longo do tempo resultando em uma grande concentração e variedade de nutrientes.A chlorella é também a maior fonte de clorofila já encontrada na Terra.
A palavra "Chloros" significa verde e "Ella" significa pequena. Chlorella é uma das menores formas de vida conhecida e a que contém proporcionalmente maior quantidade de nutrientes.
A chlorella têm como característica, rápida reprodução e desenvolvimento. Uma única célula de chlorella pode dividir-se em quatro novas células a cada 20 horas.
Devido a sua existência elementar e ao seu rápido crescimento, a chlorella acumula uma imensa quantidade de nutrientes, principalmente proteínas, vitaminas e clorofila.
Nutrientes
A chlorella é um alimento com alta concentração de nutrientes.
Contém aproximadamente 60% de proteínas, 18 aminoácidos (incluindo todos os aminoácidos essenciais), vitaminas e minerais. Sua cor “verde vivo” deve-se ao fato de chlorella possuir considerável quantidade de clorofila.
Uma particular propriedade da alga chlorella é seu fitonutriente (nutriente derivado de planta) chamado CGF (Chlorella Growth Factor). O CGF é composto principalmente de um complexo de nucleotídeo – peptídeo encontrado no núcleo da célula de chlorella.
Em termos comparativos a chlorella possui proporcionalmente mais proteínas do que a soja, a carne bovina e o trigo.
Quanto às vitaminas, contém mais do que 20 tipos de vitaminas e minerais, com destaque para Beta Caroteno (Vitamina A) e vitamina B12 sendo esta última difícil de ser obtida através dos alimentos. Chlorella contém proporcionalmente mais vitamina B12 do que o bife de fígado sendo comum a falta desta vitamina em dietas vegetarianas e macrobióticas.
Além da vitamina A e B12, a chlorella possui também vitamina C, vitamina E, vitamina K e outras em menor quantidade.
Em relação à presença de minerais, a chlorella apresenta quantidades consideráveis de cálcio, magnésio, zinco, ferro, fósforo, potássio e outros.
VITAMINAS E MINERAIS presentes em uma porção de 3g (6 comprimidos)
de Chlorella “A”:
de Chlorella “A”:
| | Unit: mcg |
| Clorofila | 69.000 |
| Vitamina A (Beta caroteno) | 750 |
| Vitamina B2 (Riboflavina) | 148 |
| Vitamina B3 (Ácido Nicotínico) | 1.029 |
| Vitamina B6 (Piridoxina) | 57,9 |
| Vitamina B12 (Cianocobalamina) | 7,2 |
| Vitamina C | 60 |
| Vitamina D | 32,7 |
| Vitamina E | 129 |
| Vitamina K1 | 39,3 |
| Ácido Pantotênico | 124 |
| Potássio | 30.000 |
| Cálcio | 12.300 |
| Fósforo | 45.000 |
| Magnésio | 9.300 |
| Ferro | 4.200 |
| Zinco | 57 |
| Ácido Fólico | 93 |
AMINOÁCIDOS em uma porção de 3g (6 comprimidos):
| | Unit: mg |
| Lisina | 102,9 |
| Treonina | 75,9 |
| Valina | 87,3 |
| Metionina | 38,4 |
| Isoleucina | 59,7 |
| Leucina | 129,6 |
| Fenilalanina | 70,8 |
| Triptofano | 30,9 |
| Arginina | 92,4 |
| Ácido Aspártico | 141 |
| Serina | 61,8 |
| Alanina | 129,6 |
| Prolina | 71,1 |
| Cisteína | 21,9 |
| Histidina | 32,4 |
| Ácido Glutâmico | 185,4 |
| Glicina | 88,8 |
| Tirosina | 59,4 |
| | |
Recomendação de Uso:
A chlorella não é um medicamento, sendo assim sua dosagem depende de uma série de fatores como peso, idade e condições clínicas individuais. A ingestão diária ideal é de 3g de CHLORELLA “A” – isto equivale a 6 pequenos comprimidos de 500mg.
Uma vez que CHLORELLA “A” é um alimento novo, recomenda-se iniciar seu consumo gradualmente após as refeições. Na primeira semana a recomendação é de 3 tabletes ao dia. Na segunda semana, aumentar a ingestão diária para 6 tabletes.
EM CASO DE DÚVIDAS, SUGERIMOS CONSULTAR UM NUTRICIONISTA OU MÉDICO QUANTO À UTILIZAÇÃO DESTE PRODUTO.
Perguntas & Respostas + Freqüentes
a) O que é chlorella?R: Chlorella é uma microscópica alga verde de água doce. Sua estrutura unicelular é a chave para o fornecimento concentrado de diversas vitaminas, minerais, proteínas e outros nutrientes.
A chlorella possui mais de 20 vitaminas e minerais diferentes e produz naturalmente em grande quantidade, o beta caroteno. Chlorella é entre 50 e 60% proteína, é a maior fonte de clorofila, também possui ferro, zinco e lisina.
Contém mais vitamina B-12 do que o bife de fígado que é freqüentemente deficiente nos vegetarianos.
b) A chlorella vai me ajudar a perder ou ganhar peso?
R: Chlorella não é um produto emagrecedor, mas muitas pessoas nos relatam que quando tomam chlorella durante o regime/dieta, freqüentemente sentem aumentar a energia e perdem o desejo por refeições desnecessárias. Como um alimento completo que contém aproximadamente 60% de proteínas e apenas 12 calorias por ingestão/dose (15 tabletes), chlorella pode parcialmente satisfazer o apetite enquanto fornece energia resultante de uma boa nutrição.
c) A chlorella substitui os meus suplementos de vitaminas e minerais?
R: Nós recomendamos a chlorella como um adicional para o seu programa habitual de suplementos, e não como um substituto.
A chlorella também fornece muito nutrientes que não são encontrados em suplementos industrializados e as contém na sua forma natural, a mais eficiente das formas.
d) De que forma a chlorella pode ser comparada com a cevada, trigo e alfafa?
R : Muitos alimentos “verdes” são fontes de clorofila, mas fazendo uma comparação, a chlorella é a maior fonte natural de clorofila.
Na realidade, dois a três por cento da chlorella é clorofila, o maior nível de qualquer planta comestível, e ao contrário do trigo, da cevada e da alfafa, a chlorella é um alimento completo.
A planta completa tem a vantagem de nos oferecer todos os elementos protoplásmicos que auxiliam no crescimento e desenvolvimento de nossas células.
Na realidade, nem a vitamina, nem os minerais podem sequer substituir o valor de um alimento completo.
e) o que é Growth factor?
R: A chlorella é um alimento completo fonte de uma grande variedade de nutrientes, proteínas, vitaminas, minerais & clorofila.
“Chlorella contém CGF (Chlorella Growth Factor) que é extraída da alga chlorella com o uso de água quente e o CGF é uma substância com diversos nutrientes, mas composto principalmente de um complexo de nucleotídeo-peptídeo.
É por este motivo que acreditamos que a perfeita combinação é o consumo regular de “Chlorella comprimidos.
f) Qual a dose diária que devo tomar?
R: Sugerimos que você inicie com 3 tabletes (de 600mg) após uma refeição. Então, gradualmente aumente a quantidade até que você esteja tomando pelo menos 6 comprimidos diariamente (de preferência 2 em cada refeição).
g) É correto tomar uma grande quantidade de chlorella? R: Sim, depois que você introduzi-los gradualmente no seu regime diário. Muitos usuários nos relatam que tomam uma quantidade adicional de chlorella quando a necessidade nutricional aumenta.
h) Crianças podem tomar chlorella?
R: Certamente que sim! Crianças com menos de quinze anos devem tomar chlorella comprimidos na quantidade que corresponda a sua idade em anos.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
As Vantagens da Lecitina de Soja
Você já ouviu falar nos benefícios da soja e como hoje existem diversos produtos à base de soja como leite, carne.
Mas hoje vamos falar sobre as vantagens da lecitina de soja, que muitos já ouviram falar mas que não têm idéia das maravilhas que pode fazer para combater o colesterol ruim entre outras coisas.
Colina: “A Mais Nova Vitamina”. Embora os cientistas de nutrição conheçam a Colina há anos, somente hoje os pesquisadores estão entendendo o quanto essa vitamina é essencial. A colina tem sido chamada “a mais nova vitamina”. A Academia Nacional de Ciências (NAS), dos EUA, a reconheceu como um nutriente essencial em 1998. É o único componente dietético na categoria de vitamina a ser reconhecido como tal. A NAS recomenda que os homens consumam 550 mg por dia, e as mulheres, 425 mg. A colina pode afetar positivamente o desenvolvimento cerebral – incluindo a memória por toda a vida – saúde cardiovascular, função hepática e desenvolvimento reprodutivo.
Poder Mental. A lecitina pode ajudar você a parar de perder as chaves do carro? Pesquisas científicas têm demonstrado que a lecitina e colina podem melhorar a memória, especialmente a perda moderada de memória associada com o envelhecimento. A lecitina e outros compostos contendo colina podem incrementar a memória em adultos normais, especialmente os indivíduos com função relativamente fraca de memória. A lecitina pode ajudar a reduzir os “momentos de perda temporária de memória” mediante alimentos fortificados com colina.
Ajuda o Coração. Como a doença cardíaca é a principal causa de mortes de homens e mulheres, a lecitina é outra maneira da natureza nos ajudar a manter nosso coração saudável. A lecitina tem vários papéis na saúde cardíaca, incluindo a redução dos níveis de colesterol total e LDL. A colina fornecida pela lecitina pode ajudar a reduzir altos níveis de homocisteína no sangue – que podem estar associados a danos nas artérias.
Saúde do Fígado. Os cientistas sabem há algum tempo que a lecitina e colina são essenciais para a função e saúde hepática. Até mesmo algumas semanas com uma dieta deficiente em colina resulta em um fígado gordo, que pode levar a cirrose e/ou câncer do fígado. Além de fornecer colina, a lecitina também parece proteger diretamente o fígado contra a cirrose decorrente do consumo excessivo de álcool.
Desenvolvimento fetal e infantil. A colina é considerada importante no desenvolvimento cerebral e mental do feto e da criança. No desenvolvimento fetal, a colina é transportada favoravelmente através da placenta, da corrente sangüínea da mãe para o feto, em uma proporção de 1:14. Da mesma forma, a concentração de colina no leite materno é 100 vezes maior que o nível na corrente sangüínea da mãe. Por essas razões, é recomendado um nível de ingestão mais alto para mulheres grávidas ou em lactação.
Por que é importante a fortificação por Colina? A natureza incluiu altos níveis de colina em pouquíssimos alimentos. Muitos desses alimentos também têm alto teor de colesterol e gordura saturada – elementos dietéticos que os especialistas em saúde recomendam evitar. Embora o organismo possa sintetizar alguma colina, as pesquisas mostram que as pessoas não podem produzir toda a colina de que necessitam. Portanto, é essencial que você obtenha colina na sua dieta. Os especialistas em saúde acreditam que as dietas de muitas pessoas atualmente podem não estar fornecendo uma quantidade suficiente de colina. Uma razão para isso pode ser que os indivíduos estejam consumindo menos da maioria dos alimentos naturalmente ricos em colina à medida que reduzem a gordura e colesterol na dieta. Alimentos fortificados, como barras de cereais e bebidas, pães, e iogurtes com lecitinas ricas em colina, ajudarão a aumentar a ingestão total de colina dos indivíduos, ao mesmo tempo em que propiciem aos consumidores os benefícios de uma dieta mais saudável.
Fonte: – solae.com.br/soylecithin
Imagem: www.faep.com.br/boletim/bi969/bi969pag03.htm
Mas hoje vamos falar sobre as vantagens da lecitina de soja, que muitos já ouviram falar mas que não têm idéia das maravilhas que pode fazer para combater o colesterol ruim entre outras coisas.
Colina: “A Mais Nova Vitamina”. Embora os cientistas de nutrição conheçam a Colina há anos, somente hoje os pesquisadores estão entendendo o quanto essa vitamina é essencial. A colina tem sido chamada “a mais nova vitamina”. A Academia Nacional de Ciências (NAS), dos EUA, a reconheceu como um nutriente essencial em 1998. É o único componente dietético na categoria de vitamina a ser reconhecido como tal. A NAS recomenda que os homens consumam 550 mg por dia, e as mulheres, 425 mg. A colina pode afetar positivamente o desenvolvimento cerebral – incluindo a memória por toda a vida – saúde cardiovascular, função hepática e desenvolvimento reprodutivo.
Poder Mental. A lecitina pode ajudar você a parar de perder as chaves do carro? Pesquisas científicas têm demonstrado que a lecitina e colina podem melhorar a memória, especialmente a perda moderada de memória associada com o envelhecimento. A lecitina e outros compostos contendo colina podem incrementar a memória em adultos normais, especialmente os indivíduos com função relativamente fraca de memória. A lecitina pode ajudar a reduzir os “momentos de perda temporária de memória” mediante alimentos fortificados com colina.
Ajuda o Coração. Como a doença cardíaca é a principal causa de mortes de homens e mulheres, a lecitina é outra maneira da natureza nos ajudar a manter nosso coração saudável. A lecitina tem vários papéis na saúde cardíaca, incluindo a redução dos níveis de colesterol total e LDL. A colina fornecida pela lecitina pode ajudar a reduzir altos níveis de homocisteína no sangue – que podem estar associados a danos nas artérias.
Saúde do Fígado. Os cientistas sabem há algum tempo que a lecitina e colina são essenciais para a função e saúde hepática. Até mesmo algumas semanas com uma dieta deficiente em colina resulta em um fígado gordo, que pode levar a cirrose e/ou câncer do fígado. Além de fornecer colina, a lecitina também parece proteger diretamente o fígado contra a cirrose decorrente do consumo excessivo de álcool.
Desenvolvimento fetal e infantil. A colina é considerada importante no desenvolvimento cerebral e mental do feto e da criança. No desenvolvimento fetal, a colina é transportada favoravelmente através da placenta, da corrente sangüínea da mãe para o feto, em uma proporção de 1:14. Da mesma forma, a concentração de colina no leite materno é 100 vezes maior que o nível na corrente sangüínea da mãe. Por essas razões, é recomendado um nível de ingestão mais alto para mulheres grávidas ou em lactação.
Por que é importante a fortificação por Colina? A natureza incluiu altos níveis de colina em pouquíssimos alimentos. Muitos desses alimentos também têm alto teor de colesterol e gordura saturada – elementos dietéticos que os especialistas em saúde recomendam evitar. Embora o organismo possa sintetizar alguma colina, as pesquisas mostram que as pessoas não podem produzir toda a colina de que necessitam. Portanto, é essencial que você obtenha colina na sua dieta. Os especialistas em saúde acreditam que as dietas de muitas pessoas atualmente podem não estar fornecendo uma quantidade suficiente de colina. Uma razão para isso pode ser que os indivíduos estejam consumindo menos da maioria dos alimentos naturalmente ricos em colina à medida que reduzem a gordura e colesterol na dieta. Alimentos fortificados, como barras de cereais e bebidas, pães, e iogurtes com lecitinas ricas em colina, ajudarão a aumentar a ingestão total de colina dos indivíduos, ao mesmo tempo em que propiciem aos consumidores os benefícios de uma dieta mais saudável.
Fonte: – solae.com.br/soylecithin
Imagem: www.faep.com.br/boletim/bi969/bi969pag03.htm
ATENÇÃO: A responsabilidade deste artigo é exclusiva de seu respectivo autor (fonte).
Vitamina C, bom pra quê?
Recentemente, estudos publicados tiveram o objetivo de mostrar que a vitamina C não tem toda a importância que lhe era dada com relação à prevenção e até mesmo a possibilidade de cura de gripes e resfriados. Por outro lado, acabou-se descobrindo que esta vitamina tem a capacidade de reduzir a severidade e a duração dos sintomas, o que a torna uma aliada das defesas de nosso organismo, até mesmo para os casos em que a gripe já se “instalou”. Isso é explicado pela maior rapidez com que reagem os linfócitos, constituintes de nosso sangue e que possuem como principal função a proteção de nosso corpo. Assim, uma gripe que dura até mais que uma semana pode acabar mais cedo.
É verdade também, de que sempre tivemos o costume de associar esta vitamina diretamente ao combate de resfriados, gripes e do escorbuto (doença que provoca inflamação e hemorragia na gengiva levando em alguns casos, à perda de dentes), sem sabermos, qual a sua verdadeira importância para o nosso organismo. O ácido ascórbico, como também é conhecida a vitamina C, é um importante nutriente no combate do envelhecimento e, por agir contra a ação de radicais livres, vem a fortalecer o sistema imunológico contra doenças degenerativas. É ainda um agente quelante natural, protegendo-nos da poluição e das intoxicações por metais pesados, como mercúrio, chumbo e cádmio.
Além disso, a vitamina C tanto estimula nosso organismo a absorver ferro, mineral indispensável ao bom funcionamento das células vermelhas do sangue, tendo papel preponderante nos quadros de anemia, como devido a sua participação na síntese do colágeno, matriz óssea e dentária, é essencial para o crescimento e o desenvolvimento adequado de crianças. Pesquisas realizadas no Brasil e também nos Estados Unidos revelaram novos atributos ao nutriente, como a proteção contra vários tipos de câncer, a diminuição da incidência de catarata e da degeneração macular nos olhos, e a redução de doenças cardiovasculares. Em confirmação a isso, a Associação Americana de Cardiologia relatou que os riscos de problemas cardíacos foram reduzidos em pacientes que consumiam regularmente esta substância, pois ela atuava impedindo o acúmulo de gorduras nas artérias. Em outro momento, apontaram uma relação direta entre baixas quantidades de vitamina C e os casos de úlceras causados por bactérias, fazendo do estômago mais um beneficiado.
O que devemos levar em conta é que, como a vitamina C não é cumulativa, de nada adianta consumirmos grandes quantidades em um dia e ficar a zero no seguinte. Ela deve ser incluída diariamente em nossa dieta, no consumo de vegetais e frutas, em especial os cítricos, ou através de suplementos alimentares que façam este papel. A acerola seguida do caju, manga, goiaba e laranja, juntamente com o tomate e os vegetais de folhas verdes são consideradas fontes alternativas de vitamina C.
Para efeitos comparativos, a acerola possui uma concentração de vitamina 40 vezes maior que a laranja, o que supre, facilmente, a ingestão diária recomendada que é de 45 mg. Além de ser reconhecida por seus altos teores de vitamina C, a acerola contém ainda flavonóides e compostos fenólicos, substâncias que demonstram elevada atividade antioxidante, atuando contra os temidos radicais livres. Boas quantidades de cálcio, ferro, fósforo e de vitaminas A, B1, B2 e B3 também são nutrientes encontrados nesta fruta.
Assim, devemos reformular nossa dieta e hábitos, buscando sempre a ingestão de alimentos ricos em vitamina C. No entanto, nem sempre é possível suprir as necessidades diárias somente pela alimentação, tornando os suplementos alimentares boas opções na obtenção deste fundamental nutriente. Ao ingerirmos as concentrações diárias recomendadas obtemos os benefícios da acerola e consequentemente da vitamina C, fazendo com que tenhamos gradativamente uma surpreendente melhora em nossa qualidade de vida.
Benoni Luis Squizani
Farmacêutico Industrial
Mestre em Tecnologia Farmacêutica – USP
Mestrando em Nutrição Dietética – FUNIBER
É verdade também, de que sempre tivemos o costume de associar esta vitamina diretamente ao combate de resfriados, gripes e do escorbuto (doença que provoca inflamação e hemorragia na gengiva levando em alguns casos, à perda de dentes), sem sabermos, qual a sua verdadeira importância para o nosso organismo. O ácido ascórbico, como também é conhecida a vitamina C, é um importante nutriente no combate do envelhecimento e, por agir contra a ação de radicais livres, vem a fortalecer o sistema imunológico contra doenças degenerativas. É ainda um agente quelante natural, protegendo-nos da poluição e das intoxicações por metais pesados, como mercúrio, chumbo e cádmio.
Além disso, a vitamina C tanto estimula nosso organismo a absorver ferro, mineral indispensável ao bom funcionamento das células vermelhas do sangue, tendo papel preponderante nos quadros de anemia, como devido a sua participação na síntese do colágeno, matriz óssea e dentária, é essencial para o crescimento e o desenvolvimento adequado de crianças. Pesquisas realizadas no Brasil e também nos Estados Unidos revelaram novos atributos ao nutriente, como a proteção contra vários tipos de câncer, a diminuição da incidência de catarata e da degeneração macular nos olhos, e a redução de doenças cardiovasculares. Em confirmação a isso, a Associação Americana de Cardiologia relatou que os riscos de problemas cardíacos foram reduzidos em pacientes que consumiam regularmente esta substância, pois ela atuava impedindo o acúmulo de gorduras nas artérias. Em outro momento, apontaram uma relação direta entre baixas quantidades de vitamina C e os casos de úlceras causados por bactérias, fazendo do estômago mais um beneficiado.
O que devemos levar em conta é que, como a vitamina C não é cumulativa, de nada adianta consumirmos grandes quantidades em um dia e ficar a zero no seguinte. Ela deve ser incluída diariamente em nossa dieta, no consumo de vegetais e frutas, em especial os cítricos, ou através de suplementos alimentares que façam este papel. A acerola seguida do caju, manga, goiaba e laranja, juntamente com o tomate e os vegetais de folhas verdes são consideradas fontes alternativas de vitamina C.
Para efeitos comparativos, a acerola possui uma concentração de vitamina 40 vezes maior que a laranja, o que supre, facilmente, a ingestão diária recomendada que é de 45 mg. Além de ser reconhecida por seus altos teores de vitamina C, a acerola contém ainda flavonóides e compostos fenólicos, substâncias que demonstram elevada atividade antioxidante, atuando contra os temidos radicais livres. Boas quantidades de cálcio, ferro, fósforo e de vitaminas A, B1, B2 e B3 também são nutrientes encontrados nesta fruta.
Assim, devemos reformular nossa dieta e hábitos, buscando sempre a ingestão de alimentos ricos em vitamina C. No entanto, nem sempre é possível suprir as necessidades diárias somente pela alimentação, tornando os suplementos alimentares boas opções na obtenção deste fundamental nutriente. Ao ingerirmos as concentrações diárias recomendadas obtemos os benefícios da acerola e consequentemente da vitamina C, fazendo com que tenhamos gradativamente uma surpreendente melhora em nossa qualidade de vida.
Benoni Luis Squizani
Farmacêutico Industrial
Mestre em Tecnologia Farmacêutica – USP
Mestrando em Nutrição Dietética – FUNIBER
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Alimentos que auxiliam na diminuição do colesterol
Até pouco tempo atrás, a dieta para tratamento das dislipidemias se resumia em restrição de alimentos ricos em gordura saturada e colesterol (carnes gordurosas: picanha, contra-filé, cupim, carne de porco, pernil, linguiça, salsicha, embutidos, banha de porco, bacon, vísceras (rim, coração, fígado e etc..), produtos lácteos integrais: leite integral, iogurtes integrais, creme de leite, chantilly, queijos amarelos e etc.). A partir de pesquisas clínicas sobre alimentos, verificou-se que alguns componentes alimentares poderiam desempenhar papéis que vão além da nutrição básica.
Surgem assim os alimentos funcionais. Segundo o International Life Sciences Institute, alimentos funcionais são aqueles que oferecem à saúde benefícios que vão além da nutrição básica, devido às propriedades fisiologicamente ativas de seus componentes alimentícios (INTERNATIONAL LIFE SCIENCES, 1999). Uma publicação sobre alimentos funcionais da American Dietetic Association enfatiza que os alimentos que têm efeito potencialmente benéfico sobre a saúde, quando consumidos regularmente como parte de uma dieta variada e em níveis eficazes, podem ser chamados de funcionais e incluem os integrais, fortificados, enriquecidos ou beneficiados (AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1999).
Segundo as resoluções 18 e 19 da Vigilância Sanitária brasileira, datadas de abril de 1999, o termo utilizado para definir os alimentos funcionais é: alimentos com propriedades funcionais ou com propriedades de saúde (ANVISA, 1999).A linhaça é um alimento vegetal único que oferece benefícios potenciais para a saúde cardiovascular, pois é fonte importante de ácido alfalinolênico (ômega-3) e de lignanas, uma classe de fitoestrógenos. O teor de ácido alfalinolênico na linhaça (57%) é maior que o de qualquer outra semente oleaginosa, enquanto o de lignana na linhaça é 800 vezes maior que em outros 66 alimentos vegetais avaliados (THOMPSON EU et al., 1991).
Em estudo randômico, duplo-cego e cruzado, comprovou-se que a ingestão de bolinhos e pães contendo 38 gramas de linhaça ou sementes de girassol por seis semanas foi suficiente para reduzir de forma significativa o colesterol (6,9%) e o LDL-C (5,5%) em 38 mulheres hipercolesterolêmicas no climatério.
Apenas a linhaça diminuiu as concentrações de Lp(a) no soro em 7,4% (ARJMANDIBF et al., 1998).
Apenas a linhaça diminuiu as concentrações de Lp(a) no soro em 7,4% (ARJMANDIBF et al., 1998).
Na Austrália, no Reino Unido e na Nova Zelândia, estão sendo comercializados pães com linhaça como terapia alternativa à TRH convencional. Outras pesquisas clínicas serão necessárias para confirmar os benefícios cardiovasculares e os elementos fisiologicamente ativos dessa semente.
Liliana Paula Bricarello Nutricionista, especialista em Nutrição em Cardiologia pela SOCESP e Mestre em Ciências
Aplicadas à Cardiologia pela UNIFESP. Membro da Diretoria do Departamento de Nutrição da SOCESP.
Chegou a vez da Ração Humana
A obesidade é um problema de saúde global que atinge todas as classes sociais e está ligada diretamente à má nutrição do indivíduo, que traz consigo um aumento considerável no risco de doenças crônicas. Problemas psicológicos, frustrações e baixa autoestima são ainda efeitos decorrentes de um excesso de peso podendo ser acentuado pelo desejo de se ter um corpo em forma, onde tanto o estereótipo de modelos como os músculos esculpidos são ditos como padrão aceitável de beleza.
Existem aqueles que fazem uso de laxantes, diuréticos e drogas no auxílio aos regimes, outros são adeptos às dietas extremamente rigorosas, na maioria dos casos sem qualquer acompanhamento médico. Ao contrário do que se imagina, estas práticas só trazem prejuízos a saúde, levando principalmente a deficiências nutricionais, que é muito errado e perigoso. É essencial que uma dieta contenha cotas suficientes de carboidratos, proteínas, vitaminas e sais minerais, além disso, incluir fibras na dieta, de maneira gradual, é ponto chave para garantir um bom funcionamento do intestino, prevenindo doenças como diabetes, cânceres, prisão de ventre e colesterol.
Seguindo estes conceitos, temos uma das mais requisitadas novidades presente na prateleira dos métodos emagrecedores não ortodoxos: a "Ração Humana". Uma vertiginosa combinação de cereais e pós naturais desenvolvida por uma terapeuta gestante e seu nutricionista. Acabou sendo divulgada e hoje se espalhou pelo Brasil, é a dieta da moda.
Prática para ser transportada e preparada, pode ser muito eficaz quando adicionada a sucos antes do almoço ou do jantar, pois oferece saciedade, fazendo com que você consuma menos alimento durante as principais refeições. Ainda, pode ser o ingrediente principal nos lanches como shakes, bolos, pães ou misturada a frutas.
Ao consumirmos diariamente 2 colheres de sopa da farinha, equivalentes a 80 calorias, aliado a ingestão de líquidos como sucos, chás e bastante água, se torna a medida ideal para aproveitarmos todos seus atributos, já que a falta de água na presença de fibras pode causar constipação intestinal. Porém, devemos esperar que os benefícios da Ração Humana aconteçam de dentro para fora. Antes de ajudar na perda de peso, ela estabiliza o sistema digestivo, diminui a absorção de gordura pelo organismo, controla o mau colesterol, sacia a fome fora de hora e coloca o intestino para funcionar, eliminando toxinas e o inchaço abdominal.
Apesar do nome, a ração é na verdade um mix de cereais, que na forma integral, é composta de farinhas de linhaça dourada, quinoa, milho e soja, além de aveia em flocos, fibra de trigo, cacau em pó, levedo de cerveja, gergelim, açúcar mascavo, guaraná em pó e gérmen de trigo, podendo ter variações de ingredientes ou versões, como a light.
Cada um de seus ingredientes possui funções específicas: a fibra de trigo ajuda no bom funcionamento do intestino, a aveia contém fibras que impedem o estoque de gorduras e açúcares no organismo, o gérmen de trigo e o levedo de cerveja são ricos em vitaminas do complexo B e poderosos antioxidantes. O gergelim é uma semente fonte de cálcio, fósforo e vitaminas E, B1 e B2 que ajudam na queima de carboidratos pelo organismo, além de possuir quantidades de gordura boa e, como a linhaça, fonte de ômegas 3 e 6, ajudam na diminuição dos níveis de colesterol ruim, mantendo o intestino regulado e o abdômen lisinho. A quinoa não fica atrás, benéfica ao coração por também ser fonte de ômega 3, tem alto valor nutritivo, rica em aminoácidos e carboidratos, contém ainda fibras e sais minerais.
O gérmen de trigo fornece diferentes tipos de vitaminas, como a A, B, D, K e principalmente E, combate doenças reumáticas, circulatórias e cardíacas, como é o caso do cacau em pó. Já o açúcar mascavo, por não passar pelo processo de refinamento, mantém todo o valor nutritivo da cana-de-açúcar se tornando uma fonte de energia que, combinado ao guaraná em pó, importante na prevenção da arteriosclerose e rico em cafeína, tornam-se combustível fundamental para aumentar o seu pique, combatendo o cansaço e a preguiça.
Assim, podemos afirmar que o emagrecimento não é a restrição ou a diminuição brusca dos alimentos ingeridos, e sim um controle e equilíbrio alimentar ao longo do dia. Ao cuidarmos de nossa alimentação perceberemos que todo o nosso organismo é beneficiado, pois conseguimos controlar melhor nossa ansiedade, o estresse, as mudanças de humor e a angústia, principalmente causada pelo desgaste e sobrecarga que as atividades cotidianas nos impõem. Assim é possível que consigamos um emagrecimento saudável e seguro, sem abrir mão de uma alimentação nutritiva, e acima de tudo prática.
Benoni Luis Squizani
Farmacêutico Industrial
Mestre em Tecnologia Farmacêutica – USP
Mestrando em Nutrição Dietética – FUNIBER
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O envelhecimento visto com outros OLHOS

No decorrer de nossas vidas um contínuo esforço de nossa visão é exigido constantemente, envolvendo atividades de leituras, trabalhos em computadores, horas em frente a televisores, uso inadequado de óculos, etc. Somando-se a isto, o tempo que submetemos nossos olhos ao estresse causado pela exposição à luz solar, aliados a fatores não controláveis como o envelhecimento, tem-se uma combinação perfeita para o desenvolvimento de doenças degenerativas da nossa visão, como a catarata e a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade).
A catarata surge com o envelhecimento, podendo se manifestar antes do esperado, ou ainda, entre outros casos, como conseqüência da exposição exagerada aos raios ultravioleta e pelo consumo de cigarros e bebidas alcoólicas em demasia. Esta doença é líder em causas de cegueira, respondendo por cerca de 47,8% de todos os casos no mundo, isso de acordo com levantamento feito pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e, segundo a Organização Mundial da Saúde, a incidência anual de catarata é estimada em três novos casos para cada mil habitantes. No Brasil, a estimativa é de que a cada ano surjam 552 mil novos casos de catarata.
Já a DMRI pode ser influenciada por diversos fatores, entre eles: a idade, um regime alimentar deficiente, a exposição à luz solar, o tabagismo, o consumo de álcool, a hereditariedade, o sexo do indivíduo. Além disso, a raça e a cor dos olhos também são fatores impossíveis de serem controlados e influenciáveis no desenvolvimento de tal doença, onde, por exemplo, pessoas de olhos azuis ou verdes, de pele branca, idosas, mulheres e fumantes possuem um risco mais elevado em desenvolver este problema, que afeta a parte central da retina, a mácula, responsável pela visão nítida e focada. A Degeneração Macular é a maior causa da perda indolor da visão central e da cegueira em pessoas acima de 50 anos, atingindo cerca de 30 milhões de pessoas no mundo.
Não é de hoje que ouvimos falar que a cenoura é eficaz para uma ótima visão, e isso lhe é atribuído pelo fato de esta ser uma das principais fontes de betacaroteno (precursor da vitamina A), cujos poderes antioxidantes são conhecidos desde a década de 80. Com o passar do tempo, esta substância foi perdendo o lugar na indicação de oftalmologistas para outros dois nutrientes, a luteína e a zeaxantina. Diversos estudos realizados até o momento revelam fortes indícios de que a luteína, substância encontrada em alguns vegetais e frutas, que está presente no regime alimentar dos asiáticos e em pequena quantidade em nossa dieta, auxilia na prevenção de diversas doenças relacionadas à perda da visão, inclusive a catarata e a degeneração macular.
Outras pesquisas relatam que a ingestão desta substância em maiores concentrações pode proteger o indivíduo contra o desenvolvimento da aterosclerose precoce, explicando ainda a razão pela qual as dietas ricas nesta substância estão associadas ao risco reduzido de doenças cardiovasculares. A quantidade de luteína que vem sendo sugerida em trabalhos, como sendo a necessária para obtenção de benefícios à nossa saúde, varia de 5 a 15mg diária.
Embora não possamos alterar alguns fatores como a idade, a hereditariedade e o sexo, hábitos de risco que estão relacionados com o nosso estilo de vida podem e devem ser controlados. Assim, a luteína que se trata de um carotenóide importantíssimo para todos nós, e o nosso organismo não a fabrica, deve ser obtido através de uma dieta adequada, que seja rica em legumes de folhas verdes escuras, como o espinafre, e uma diversidade de outras frutas. Podendo ainda ser encontrada no milho, na gema de ovo ou em concentrações mais elevadas nos suplementos alimentares específicos.
Atuando como um filtro solar natural que minimiza os efeitos nocivos causados pelo sol e pela iluminação artificial, a luteína possui propriedades que beneficiam diretamente a pele e os olhos, prevenindo sua degeneração e prolongando a saúde destes órgãos. Nos olhos, ela se apresenta em níveis elevados de concentração na região macular da retina, dispersando-se em quantidades menores na área circundante à mácula e no cristalino, protegendo assim os tecidos da oxidação, no momento que a luz azul prejudicial dos raios solares é filtrada. Na pele, deposita-se na epiderme (camada exterior) e derme (camada interior), exercendo funções antioxidantes.
Infelizmente, os hábitos alimentares têm feito diminuir significativamente o consumo de frutas e legumes. Por outro lado, o desenvolvimento de suplementos alimentares à base de luteína, enriquecidos com vitaminas essenciais, cresce em grande escala, estando cada vez mais acessíveis o que se torna uma ótima alternativa para compensar esta tendência. Isto garante um diferencial para aquelas pessoas que não conseguem ou não querem aumentar o consumo de frutas e legumes. Aliando então, estes cuidados alimentares e o uso de suplementos, a cuidados simples como o uso de protetor solar para a pele, óculos de sol adequados, e chapéu de abas largas, é possível obter-se uma efetiva proteção dos olhos e prevenir doenças degenerativas decorrentes do envelhecimento, sem deixar de ver com clareza e qualidade o passar de nossa vida.
Benoni Luis Squizani
Farmacêutico Industrial
Mestre em Tecnologia Farmacêutica – USP
Mestrando em Nutrição Dietética – FUNIBER
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